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Acessibilidade no Festival Halleluya

Graças que ultrapassam a limitação física. Graças que superabundam, independentemente de qualquer deficiência. Deus é acessível.


Cada um vive o Festival Halleluya de um jeito, tem a experiência com Deus de uma forma diferente, sente Jesus de maneiras diversas. E não importa se anda, ouve, enxerga ou fala. O amor de Deus é acessível e inclui todas as pessoas que creem.



Quando Jesus Eucarístico passa durante a adoração, é com os olhos do coração que Nonato da Silva o enxerga. Deficiente visual desde os três anos de idade, ele conta que sente Jesus “na brisa, no som das músicas, no perfume que exala do ostensório”.



Corresponder a um chamado pessoal é o objetivo da Clerivânia Sales, que participa do Halleluya desde 2004. É ouvir uma voz que os ouvidos não conseguem abarcar. Deficiente auditiva, diz que Deus pede a ela a evangelização, não só dos surdos, mas das pessoas que escutam. A auxiliar de escritório conta que um dos momentos que mais a tocou no evento foi durante a missa de abertura quando o padre disse que o sangue de Jesus tocava e purificava muitas pessoas. Ela era uma delas e ficou bastante emocionada.

A amiga, a digitadora Tullyane Rodrigues, que também estava no espaço da acessibilidade, disse que está sentindo uma paz profunda durante vários momentos do evento. “Jesus é acessível para mim porque Ele é misericordioso. E está de coração aberto para nós”, conta. Entrevistei as duas com a ajuda da Ligiane Castro, que integra o Ministério Evangelização dos Surdos do Shalom. Segundo ela, em média quatro intérpretes auxiliam as pessoas com limitações físicas no evento. O Halleluya tem um espaço reservado para receber pessoas com mobilidade reduzida, surdos e cadeirantes.



O Matheus vem com a família desde os dois anos de idade. Hoje aos quatorze, o menino que tem paralisia cerebral, distribui sorrisos porque, segundo a mãe, ama o evento e não se importa ficar acordado até a madrugada. “Quando Jesus passa o sorriso parece mais largo. Ele reconhece e fica alegre”, afirma Vânia Bezerra.



Graças que ultrapassam o limite físico. Graças que superabundam, independentemente de qualquer deficiência. O Halleluya é dos que desejam sentir o Cristo e o seu amor.


Fonte: comshalom.org

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